O simples permanece.
Quando há duas formas de resolver um problema, escolhemos a que sobrevive a duas trocas de equipe. Sofisticação é último recurso, nunca primeiro instinto.
Somos vinte e dois engenheiros, arquitetos, escritores técnicos e revisores trabalhando a partir de São Paulo desde 2018. Atendemos um número deliberadamente pequeno de clientes — bancos médios, redes de varejo e operadoras logísticas — em engajamentos longos, em que o resultado se mede em estabilidade.
Acreditamos que a engenharia também é um gênero literário: tem leitor, tem audiência, tem revisão. Cada arquitetura que desenhamos pretende ser lida por outra pessoa daqui a cinco anos sem causar vergonha.
Não há slogan. São critérios concretos que orientam decisões diárias e que aparecem nos contratos com clientes.
Quando há duas formas de resolver um problema, escolhemos a que sobrevive a duas trocas de equipe. Sofisticação é último recurso, nunca primeiro instinto.
Toda decisão arquitetural relevante vira ADR. Toda runbook é testada. Toda página interna tem dono explícito e data de revisão. Documentação é parte do produto, não anexo.
Ao final de cada engajamento, a equipe interna do cliente deve conseguir manter, evoluir e aposentar o que construímos. Se isso não estiver acontecendo, o engajamento está atrasado.
Recusamos projetos cujo método não convenceria um leitor cético. Quando não sabemos algo, dizemos. Quando uma escolha custou caro, publicamos o que aprendemos.
Trabalhamos para que, ao fim do contrato, o cliente possa nos esquecer. Esse é o resultado pretendido — e o motivo de continuarmos sendo procurados.
Oito anos de estúdio em sete movimentos. Não escrevemos história — registramos decisões.
Uma equipe pequena por desenho. Cada pessoa lidera um caderno e responde tecnicamente por ele.
Conduz arquiteturas críticas em finanças há dezenove anos. Edita o caderno de Plataforma.
Especialista em decomposição de monolitos bancários. Edita o caderno de Discovery Técnico.
Mantém o caderno de Confiabilidade e os plantões compartilhados com clientes-âncora.
Edita o caderno de Engenharia de Dados. Pesquisa contratos semânticos em domínios regulados.
Pipelines de inferência auditáveis para concessão de crédito e decisões automatizadas.
Lidera o time vermelho interno e a postura de segurança aplicada para clientes regulados.
Revisora-chefe da publicação. Garante que cada ADR seja inteligível para o leitor de daqui a cinco anos.
Conduz o núcleo Recife e os engajamentos com setor público estadual no Nordeste.
Aceitamos um número limitado de novos engajamentos por trimestre. Comece por uma conversa de descoberta — escutamos antes de propor.